To women ( and men, why not?)
Bolsas são, depois de sapatos, diamantes e blackberries -hehehehe-, as peças mais desejadas por mulheres. E a Chanel sabe disso. E sabe também que as mulheres de hoje, além do arsenal típico, devem carregar palms, laptops, enfim, tudo o configura um virtual office. E os criadores da marca têm também a percepção que Biarritz é um paraíso. Então a legendária grife pensou em tudo isso e lançou uma coleção com maxi e minibolsas, inspirada em Biarritz para o verão europeu 2007.
E por falar em mulheres e seus objetos de desejo, estou organizando um evento com Champagne, Diamantes e Chocolates...Uma coisa bem Antuérpia, que não deixa de ser uma das cidades mais legais que conheci. Detalhes, eu conto outra hora, porque estou chateado com o fechamento da Roxy em NYC. Meu amigo Rodrigo e eu estivemos lá e deixamos nossa marca em uma noite engraçada e memorável em 2000.
Para quem não sabe a Roxy foi uma das casas noturnas mais baladas de Manhatan, visitada por mudernos do mundo inteiro. A casa fechou suas portas no último sábado, ao som de Donna Summer, após 16 anos de muito sucesso. Dramático como os americanos gostam...
Escrito por rica às 16h43
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Tela e palco
Ok…São Paulo é cinzenta, tem trânsito até de madrugada, fila prá tudo ( até para tomar passe), gente mal humorada e flanelinha em todas as ruas. Mas é uma cidade em que a gente se diverte...Não somos Paris nem NYC mas temos boas opções de entretenimento. Aproveitei este final-de-semana para ir ao teatro e ao cinema. Mas decidi ver apenas comédias. No sábado à meia-noite fui assistir a peça Amigas Pero no Mucho, no teatro Renaissance. Imperdível. Com direção de José Possi Neto e atuação brilhante de Cláudio Fontana, Elias Andreato, Leopoldo Pacheco e Romis Ferreira, a peça apresenta 4 homens vivendo o Universo Feminino. Quando o ator é bom, uma peruca e alguns acessórios garantem a firmeza da personagem. Vale realmente a pena conferir.
Já no domingo fui ver Borat. Politicamente Incorreto e escatológico. Não se pode negar que há ótimas tiradas, mas tenho minhas ressalvas quanto ao resultado final. O filme procura mostrar elementos da sociedade americana (minorias, a extrema-direita, políticos, frat college boys, cowboys e neopentecostais) diante de um repórter estrangeiro, tosco e mal intencionado. Não sei ao certo se as cenas foram reais, como as famosas pegadinhas, ou falsas. Uma coisa é certa, a falta de compostura e respeito é evidente na indústria cinematográfica. E fico curioso qual a reação dos americanos diante da realidade que lhes é mostrada na tela.
E já que o tema é cinema, nesta quinta-feira irei à pré-estréia de Arthur e os Minimoys, de Luc Besson, com a presença do próprio! Momento tiete! Tão logo chegue em casa, vou postar as impressões e fotos!
 
Escrito por rica às 21h58
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